Uma das principais polêmicas correntes no campo educacional é aquela relacionada ao Programa Escola Sem Partido, projeto do senador Magno Malta (ou que ele capitalizou) e que estipula a “neutralidade” dos docentes em face de questões políticas, ideológicas e religiosas em sala de aula. A proposta é em si um absurdo, um enorme retrocesso, embora nada surpreendente nos tempos atuais, mas tem o mérito de reacender a discussão sobre a intencionalidade educativa. Educação, sim, mas para que mesmo? Porque um dos focos centrais do debate educacional no Brasil tem sido, geralmente, o da democratização do acesso à escola. O objetivo foi parcialmente atendido. O acesso ao ensino fundamental foi quase universalizado. As vagas na educação infantil, na idade de 4 e 5 anos, …
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