No seu coração cabem todos os rouxinóis, como aqueles que morreram para colorir rosas com espinhos no peito. Mães que conhecem a geografia da tristeza e da opressão. Nos quatro cantos do mundo, grupos delas lutam pelos direitos humanos mais básicos. Elas querem garantir vida longa e farta às novas gerações ou apenas enterrar os seus filhos. Um dos mais conhecidos é o das Madres de Plaza de Mayo. Com a alma sangrando, desde o dia 30 de abril de 1977 mães de desaparecidos políticos pela ditadura militar, implantada desde um ano antes, passaram a ir todas as quintas-feiras à Praça de Maio, em frente à sede do governo argentino, em Buenos Aires, reivindicar notícias sobre os filhos. As Madres de Plaza …
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