(Favor não confundir com a antológica novela) Prometech irrompeu na reunião, atrasado como sempre, excitado como sempre, aqueles alguns zumbidos estridentes brotando de seu âmago complicado. Auto imprimindo uma expressão severa na cara, embora sem ofuscar o indelével desenho feminino, Salossafo emputeceu-se. Como sempre. — Porra de plasma, Prometech, — rugiu, num tom metálico capaz de obliterar os mimimis máquino-intestinais do recém-chegado — você nunca é capaz de chegar no horário, e sem esse frenesi de borboleta sintética alucinada? Sei que nem precisaria perguntar, mas lá vai, de novo: por onde o senhor andou? Não obstante não precisasse exatamente, o retardatário esbaforido confessou, sem demonstrar arrependimento: — Desculpe, Primeira Conselheira… eu… eu estava na… maternidade. Não resisti e fui conferir a produção dos novos rebentos. São lindos, e… Salossafo explodiu em fúria (como sempre): — Merda de silício podre, …
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