Elas nasceram nos quadrinhos underground, eram sombrias e violentas, em preto e branco, no melhor do pior estilo tosco, quase uma piada de mau gosto, na metade dos anos 1980. Poucos conheciam as tais “Tartarugas Mutantes Adolescentes Ninja” até que o filme foi lançado, em 1990. Fanática por gibis, e graças aos amigos mais underground, me divertia com Donatello, Michelangelo, Leonardo e Raphael. Demorei algum tempo até convencer o editor do jornal onde começava minha carreira de que a estreia de cinema merecia a capa. “Está louca? Tartarugas Ninja na capa do caderno de Cultura”? Na época, o filme tinha entrado para a história como a produção independente que mais tinha faturado até então. Tinha custado US$ 13 milhões e arrecadado mais de US$ 200 milhões. Era um fenômeno cultural, argumentei. O primeiro filme se resumia a contar a origem …
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